Placas tectónicas

Placas tectónicas

As placas tectónicas podem mover-se umas em relação às outras.

Geografia

Palavras-chave

placa tectónica, tectónica, litosfera, casca, manto, núcleo, astenosfera, atividade vulcânica, magma, falha, cadeia oceânica, fossa oceânica, dobra de montanha, terramoto, oceano, natureza, geografia

Extras relacionados

Cenas

Placas tectónicas

  • Placa Africana
  • Placa Euroasiática
  • Placa Arábica
  • Placa Indiana
  • Placa Norte-americana
  • Placa Sul-americana
  • Placa das Caraíbas
  • Placa de Cocos
  • Placa de Nazca
  • Placa Antártica
  • Placa Australiana
  • Placa das Filipinas
  • Placa do Pacífico

A camada rígida e mais externa da Terra é chamada litosfera. Esta inclui a crosta e a parte superior e sólida do manto. Em média, tem uma espessura de cerca de 50 km por baixo dos oceanos e entre 70 e 100 km por baixo dos continentes. A litosfera continental e a litosfera oceânica também diferem nas suas composições. A crosta continental flutua na astenosfera, a parte superior e viscosa do manto que se situa por baixo da litosfera.

O movimento da litosfera, que pode ser observado num grande número de locais, é a razão por detrás de terramotos e atividade vulcânica. Estes movimentos não ocorrem de forma aleatória, mas sim ao longo de cinturas longitudinais. A atividade vulcânica e os terramotos ocorrem principalmente nos limites dos continentes, nos arcos de ilhas oceânicas, fossas oceânicas e dorsais oceânicas. Este processo de movimento assinala as fronteiras das placas tectónicas.

A litosfera não é uniforme, apresentando-se partida em placas tectónicas de diferentes tamanhos. Hoje em dia, são conhecidas sete placas tectónicas principais e outras mais pequenas, sendo que todas se movem umas em relação às outras. As sete maiores placas tectónicas são: a placa Africana, a placa Eurasiática, a placa da América do Norte, a placa da América do Sul, a placa do Pacífico, a placa Indo-Australiana e a placa Antártica.

A teoria que descreve o movimento da litosfera é chamada de tectónica de placas. Existem três tipos de movimentos tectónicos: convergência, divergência e subducção.

As dorsais oceânicas representam um exemplo de limites de placas divergentes. O magma, isto é, rocha fundida, em ascensão a partir da astenosfera penetra na litosfera oceânica e alcança a superfície, onde arrefece e solidifica, formando litosfera nova nos limites da fratura. É por este processo que as dorsais oceânicas se formam. Durante a sua expansão, a massa de rocha fundida empurra o fundo marinho, fazendo com que as placas tectónicas em ambos os lados da dorsal se afastem uma da outra. Por conseguinte, a bacia oceânica expande-se, um processo designado expansão do fundo marinho. Foi por este processo que, por exemplo, o Oceano Atlântico se formou.

Contudo, uma vez que a superfície da Terra não se pode expandir indefinidamente, as superfícies do oceano também não se podem expandir continuamente. O limite oposto da placa oceânica aproxima-se de uma outra placa. Quando as duas placas tectónicas colidem, uma das placas move-se por baixo da outra, num processo designado subducção. A placa em subducção desloca-se em direção à astenosfera, onde funde e é incorporada no manto.

Nas zonas de subducção, formam-se vulcões, cordilheiras montanhosas e abissais oceânicas. Os Andes e os Himalaias são exemplos de montanhas formadas como resultado de subducção.

Em raras ocasiões, pode também acontecer que duas placas adjacentes escorreguem ao longo de uma falha, dando origem a um terramoto. Este é o caso da falha de Santo André na Califórnia.

A litosfera oceânica é formada continuamente nas dorsais oceânicas e desaparece nas abissais oceânicas. Por conseguinte, o tamanho das placas continentais e os locais de terra firme estão em contínua mutação.

Interior da Terra

  • crosta - A crosta oceânica é mais fina (5-15 km) e consiste de rochas ricas em silicatos e magnésio; a sua densidade é de 3,2 g/cm³. A crosta continental é mais espessa (30-65 km) e consiste de rochas ricas em silicatos e alumínio; a sua densidade é de 2,7–3 g/cm³.
  • manto superior - Estende-se até uma profundidade de 700 km; a sua densidade é de 3,3-4 g/cm³.
  • manto inferior - Camada sólida que se estende até uma profundidade de 2.900 km. A sua densidade é de 4-5,5 g/cm³.
  • núcleo externo - Camada viscosa que se estende até uma profundidade de 5.150 km. A sua densidade é de 10,5–12,3 g/cm³.
  • núcleo interno - Camada sólida estendendo-se até uma profundidade de 6.371 km. A sua densidade é de 13,3 g/cm³.
  • litosfera - A camada exterior e rígida da Terra. Inclui a crosta e a camada superior e rígida do manto. Tem uma espessura de 50-100 km e uma densidade de 3,3 g/cm³.
  • astenosfera - Camada fundida do manto superior com aproximadamente 550-600 km de espessura. A sua densidade é de 3,4-4 g/cm³. As placas tectónicas flutuam nesta camada.

Limites de placas tectónicas

  • Placa do Pacífico

Movimentos de placas tectónicas

  • cadeia oceânica com vale central - Rocha fundida (magma) sobe desde a astenosfera alcançando a superfície, onde arrefece e solidifica, formando dorsais oceânicas e fazendo as placas oceânicas divergir.
  • oceano
  • placa oceânica
  • astenosfera - Camada fundida do manto superior com 550-600 km de espessura. A sua densidade é de 3,4-4 g/cm³. As placas tectónicas flutuam nesta camada.

Animação

  • placa continental
  • atividade vulcânica
  • fossa oceânica - Zona de subducção; a zona onde uma placa tectónica se movimenta para debaixo de outra.
  • placa oceânica subduzida - A placa oceânica, que tem uma densidade superior, move-se para baixo da placa continental.
  • dobra de montanha
  • zona sísmica - Onde as placas tectónicas deslizam uma pela outra em direções opostas, a atividade sísmica é elevada, isto é, ocorrem frequentemente terramotos.

Narração

A camada rígida e mais externa da Terra é chamada litosfera. Esta inclui a crosta e a parte superior e sólida do manto. Em média, tem uma espessura de cerca de 50 km por baixo dos oceanos e entre 70 e 100 km por baixo dos continentes. A litosfera continental e a litosfera oceânica também diferem nas suas composições. A crosta continental flutua na astenosfera, a parte superior e viscosa do manto que se situa por baixo da litosfera.

O movimento da litosfera, que pode ser observado num grande número de locais, é a razão por detrás de terramotos e atividade vulcânica. Estes movimentos não ocorrem de forma aleatória, mas sim ao longo de cinturas longitudinais. A atividade vulcânica e os terramotos ocorrem principalmente nos limites dos continentes, nos arcos de ilhas oceânicas, fossas oceânicas e dorsais oceânicas. Este processo de movimento assinala as fronteiras das placas tectónicas.

A litosfera não é uniforme, apresentando-se partida em placas tectónicas de diferentes tamanhos. Hoje em dia, são conhecidas sete placas tectónicas principais e outras mais pequenas, sendo que todas se movem umas em relação às outras. As sete maiores placas tectónicas são: a placa Africana, a placa Eurasiática, a placa da América do Norte, a placa da América do Sul, a placa do Pacífico, a placa Indo-Australiana e a placa Antártica.

A teoria que descreve o movimento da litosfera é chamada de tectónica de placas. Existem três tipos de movimentos tectónicos: convergência, divergência e subducção.

As dorsais oceânicas representam um exemplo de limites de placas divergentes. O magma, isto é, rocha fundida, em ascensão a partir da astenosfera penetra na litosfera oceânica e alcança a superfície, onde arrefece e solidifica, formando litosfera nova nos limites da fratura. É por este processo que as dorsais oceânicas se formam. Durante a sua expansão, a massa de rocha fundida empurra o fundo marinho, fazendo com que as placas tectónicas em ambos os lados da dorsal se afastem uma da outra. Por conseguinte, a bacia oceânica expande-se, um processo designado expansão do fundo marinho. Foi por este processo que, por exemplo, o Oceano Atlântico se formou.

Contudo, uma vez que a superfície da Terra não se pode expandir indefinidamente, as superfícies do oceano também não se podem expandir continuamente. O limite oposto da placa oceânica aproxima-se de uma outra placa. Quando as duas placas tectónicas colidem, uma das placas move-se por baixo da outra, num processo designado subducção. A placa em subducção desloca-se em direção à astenosfera, onde funde e é incorporada no manto.

Nas zonas de subducção, formam-se vulcões, cordilheiras montanhosas e abissais oceânicas. Os Andes e os Himalaias são exemplos de montanhas formadas como resultado de subducção.

Em raras ocasiões, pode também acontecer que duas placas adjacentes escorreguem ao longo de uma falha, dando origem a um terramoto. Este é o caso da falha de Santo André na Califórnia.

A litosfera oceânica é formada continuamente nas dorsais oceânicas e desaparece nas abissais oceânicas. Por conseguinte, o tamanho das placas continentais e os locais de terra firme estão em contínua mutação.

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