Pinheiro silvestre

Pinheiro silvestre

Originária da Eurásia, esta árvore é a mais comum da família das pináceas.

Biologia

Palavras-chave

Pinheiro silvestre, pinheiro, floresta de coníferas, gimnosperma, agulha, verdejante, cone, forma de pinho, resina, floresta, carpelo, perene, lenhoso, nativo, Eurásia, árvore, planta, folha, biologia

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Cenas

Pinheiro silvestre

  • pinheiro silvestre

O pinheiro silvestre pertence às espécies que exigem muita luz. É uma espécie pioneira, isto é, uma das primeiras espécies que colonizam ecosistemas danificados, uma vez que pode aguentar condições desfavoráveis. É também usado para fixar terrenos arenosos. Prefere os solos ácidos e encontra-se nas encostas rochosas, ribeiras abruptas, colinas, montanhas e habitats extremos.

A madeira do pinheiro é uma das madeiras leves mais fortes, por isso, é amplamente utilizada na indústria da construção e de mobiliário.

O pinheiro possui uma grande quantidade de resina, a partir da qual se elaboram óleos essenciais e resina purificada para alguns instrumentos musicais de cordas, como o violino.

Crescimento

  • crescimento do pinheiro silvestre - As árvores jovens têm uma folhagem cónica. A folhagem das árvores maduras torna-se achatada no topo. Sob condições apropriadas, os pinheiros silvestres podem atingir uma altura de até 20 a 35 metros.
  • 20–35 m

Os pinheiros silvestres crescem relativamente rápido mas o ritmo do crescimento depende das condições ambientais. Sob condições apropriadas, os pinheiros silvestres podem atingir uma altura de até 35 metros, ao completar os 100 anos de idade. As árvores maduras, geralmente, perdem os seus ramos inferiores e a sua folhagem torna-se achatada no topo.

Anatomia

  • folhagem solta - É cónica quando a árvore é jovem, mais tarde torna-se mais achatada.
  • casca - Tem cor castanho-acinzentada na parte inferior do tronco e vermelho-alaranjada na parte superior do tronco e nos ramos.
  • tronco reto
  • sistema radicular
  • agulhas de pinheiro - Têm cor verde-azulada e crescem em pares.

O seu tronco é reto com ramos dispostos em verticilos, que nascem à mesma altura em redor do tronco.

As agulhas crescem em pares nos rebentos curtos. A base das agulhas é coberta por uma membrana. As agulhas de pinheiro caídas formam uma camada de folhagem que se decompõe lentamente no solo.

Tal como as outras gimnospérmicas, os pinheiros silvestres possuem um sistema de raiz primária.

Carpelo

  • óvulo - Ao contrário de outras angiospérmicas, não está rodeado pelo carpelo, só sustentado por este.
  • semente alada - Após a fecundação, desenvolve-se a partir do óvulo. As asas facilitam a dispersão das sementes de pinho.
  • carpelo de 1 ano
  • carpelo de 2 anos

Depois de serem polinizadas, as sementes do pinheiro desenvolvem-se totalmente para o outono seguinte. As sementes ficam na pinha durante o inverno; serão apenas libertadas na primavera quando a pinha feminina tiver sido aberta.

O pinheiro silvestre é uma espécie das gimnospérmicas, devido ao facto de as duas sementes de pinho se desenvolverem na superfície dos carpelos semelhantes a escamas. Por isso, as gimnospérmicas não formam frutos fechados a partir dos carpelos.

Pinhas

  • pinha de pólen (♂) - O pólen é produzido nas folhas modificadas, semelhantes a escamas, da pinha masculina. Os grãos de pólen são transportados para a pinha feminina pelo vento, onde fertilizam os óvulos.
  • pinha de semente (♀) - Inicialmente, tem cor verde, mais tarde torna-se castanha e lenhosa. Algumas das suas escamas são carpelos que sustêm os óvulos.

O pinheiro silvestre é uma espécie monoica, isto é, o órgão reprodutor (pinha) de ambos os sexos encontra-se no mesmo indivíduo.
As pinhas femininas produzem os óvulos, enquanto as pinhas masculinas produzem o pólen.

A polinização acontece no início do verão, quando a temperatura é suficientemente alta.

Animação

  • pinheiro silvestre
  • folhagem solta - É cónica quando a árvore é jovem, mais tarde torna-se mais achatada.
  • casca - Tem cor castanho-acinzentada na parte inferior do tronco e vermelho-alaranjada na parte superior do tronco e nos ramos.
  • tronco reto
  • sistema radicular
  • agulhas de pinheiro - Têm cor verde-azulada e crescem em pares.
  • crescimento do pinheiro silvestre - As árvores jovens têm uma folhagem cónica. A folhagem das árvores maduras torna-se achatada no topo. Sob condições apropriadas, os pinheiros silvestres podem atingir uma altura de até 20 a 35 metros.
  • 20–35 m
  • pinha de pólen (♂) - O pólen é produzido nas folhas modificadas, semelhantes a escamas, da pinha masculina. Os grãos de pólen são transportados para a pinha feminina pelo vento, onde fertilizam os óvulos.
  • pinha de semente (♀) - Inicialmente, tem cor verde, mais tarde torna-se castanha e lenhosa. Algumas das suas escamas são carpelos que sustêm os óvulos.
  • óvulo - Ao contrário de outras angiospérmicas, não está rodeado pelo carpelo, só sustentado por este.
  • semente alada - Após a fecundação, desenvolve-se a partir do óvulo. As asas facilitam a dispersão das sementes de pinho.
  • carpelo de 1 ano
  • carpelo de 2 anos

Narração

O pinheiro silvestre pertence às espécies que exigem muita luz. É uma espécie pioneira, isto é, uma das primeiras espécies que colonizam ecosistemas danificados, uma vez que pode aguentar condições desfavoráveis. É também usado para fixar terrenos arenosos. Prefere os solos ácidos e encontra-se nas encostas rochosas, ribeiras abruptas, colinas, montanhas e habitats extremos.

A madeira do pinheiro é uma das madeiras leves mais fortes, por isso, é amplamente utilizada na indústria da construção e de mobiliário.

O pinheiro possui uma grande quantidade de resina, a partir da qual se elaboram óleos essenciais e resina purificada para alguns instrumentos musicais de cordas, como o violino.

Os pinheiros silvestres crescem relativamente rápido mas o ritmo do crescimento depende das condições ambientais. Sob condições apropriadas, os pinheiros silvestres podem atingir uma altura de até 35 metros, ao completar os 100 anos de idade. As árvores maduras, geralmente, perdem os seus ramos inferiores e a sua folhagem torna-se achatada no topo.

O seu tronco é reto com ramos dispostos em verticilos, que nascem à mesma altura em redor do tronco.

As agulhas crescem em pares nos rebentos curtos. A base das agulhas é coberta por uma membrana. As agulhas de pinheiro caídas formam uma camada de folhagem que se decompõe lentamente no solo.

Tal como as outras gimnospérmicas, os pinheiros silvestres possuem um sistema de raiz primária.

O pinheiro silvestre é uma espécie monoica, isto é, o órgão reprodutor (pinha) de ambos os sexos encontra-se no mesmo indivíduo.
As pinhas femininas produzem os óvulos, enquanto as pinhas masculinas produzem o pólen.

A polinização acontece no início do verão, quando a temperatura é suficientemente alta.

Depois de serem polinizadas, as sementes do pinheiro desenvolvem-se totalmente para o outono seguinte. As sementes ficam na pinha durante o inverno; serão apenas libertadas na primavera quando a pinha feminina tiver sido aberta.

O pinheiro silvestre é uma espécie das gimnospérmicas, devido ao facto de as duas sementes de pinho se desenvolverem na superfície dos carpelos semelhantes a escamas. Por isso, as gimnospérmicas não formam frutos fechados a partir dos carpelos.

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