Jóias da Coroa Húngara

Jóias da Coroa Húngara

A peça mais conhecida entre as jóias da coroa\nhúngara é a Coroa Sagrada.

História

Palavras-chave

Coroa Sagrada, coroa, cetro, espada, face, orbe, estado, crachá, real, símbolo, simbólico, poder, autoridade, vestimento, Idade Média, cristão, ritual, acessório

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Perguntas

  • O que simboliza o Ceptro?
  • O que simboliza o orbe?
  • Que insígnia era o símbolo mais importante de poder dos monarcas medievais?
  • O que simboliza a espada da coroação?
  • Qual é a insígnia húngara mais antiga?
  • Qual é a insígnia húngara mais recente?
  • Qual era a função original do manto?
  • Qual destes materiais não contém o ceptro?
  • Que animal aparece no globo de cristal do ceptro?
  • É verdade que a parte inferior e superior da coroa costumavam ser dois objectos separados?
  • Que rei húngaro mencionou a coroa sagrada pela primeira vez no seu título?
  • Como se chama a parte inferior da coroa sagrada?
  • Como se chama a parte superior da coroa sagrada?
  • De onde foi, provavelmente, trazida a parte inferior da coroa sagrada?
  • A imagem de quem não está na parte inferior da coroa sagrada?
  • Quem representam as imagens que estão presentes nas bandas da parte superior da coroa sagrada?
  • O que há na parte superior da coroa sagrada?
  • A imagem de quem está na parte superior da coroa sagrada no cruzamento das bandas?
  • Durante que reinado é que as duas partes da coroa sagrada foram ajustadas?
  • Qual destes não era um elemento obrigatório da coroação dos reis húngaros?
  • O que está representado no colarinho do manto da coroação?
  • Qual destes materiais não contém o manto?
  • A que objecto se assemelha a forma do ceptro real húngaro?
  • O que há no orbe?
  • Quantos leões estão gravados no globo de quartzo do ceptro?
  • De que tipo de madeira é feita a alça do ceptro?
  • Que papel tinham as bolas que foram anexadas através de uma corrente ao ceptro?
  • Em que objecto apareceu pela primeira vez a representação do orbe húngaro?
  • É verdade que a forma do orbe não é uma esfera perfeita?
  • O que há na parte superior do orbe?

Cenas

Jóias da coroa húngara

  • Coroa sagrada - É a insígnia húngara mais importante, um dos símbolos fundamentais do estado húngaro. O seu nome actual apareceu primeiro num título de Béla IV.
  • Ceptro - Era o símbolo de autoridade. Provavelmente, Santo Estêvão recebeu-o como prenda do seu cunhado Henrique II, imperador do Sacro-Império Romano Germânico.
  • Orbe - Simbolizava a plenitude do poder real. O globo de ouro decorado numa cruz patriarcal foi provavelmente fabricado no século XIV.
  • Espada da coroação - É a mais jovem das insígnias, simbolizava a obrigação de defender a pátria. Fabricou-se provavelmente em finais do século XVI, em Itália.
  • Manto da coroação - Originalmente era um vestimento em forma de sino, a mais antiga das insígnias. Santo Estêvão I e sua esposa doaram-no à catedral de Székesfehérvár.

Ordem da cerimónia de coroação e as jóias da coroa húngara

Os elementos mais importantes da ordem de cerimónia de coroação húngara evoluíram provavelmente a partir da Era Arpad. Três deles são fundamentais: a cerimónia era dirigida pelo Arcebispo de Esztergom, o cenário era a Basílica de Székesfehérvár e os reis eram coroados (apenas no século XII) com a coroa atribuída erroneamente ao Santo Estêvão.

Se algum destes elementos não estivesse presente, a cerimónia de coroação era considerada inválida (como no caso de Carlos I, coroado em 1301 e em 1309). Mais tarde, contudo, os requerimentos tornaram-se menos exigentes.

As jóias da coroa eram objectos usados para simbolizar autoridade real, atribuídos ao monarca durante a cerimónia de coroação. A lista de jóias da coroa aumentou ao longo dos séculos. Os mais importantes eram a coroa, o ceptro, o orbe, a espada e o manto.

Estes eram atribuídos ao regente em alturas diferentes.

O mais importante destes é o símbolo do estado húngaro, a coroa sagrada. Há dúvidas em relação às suas origens. Era o principal símbolo do poder dos reis húngaros medievais. A mais antiga das jóias da coroa é o manto da coroação, que foi originalmente usado como vestimento. O ceptro de quartzo e o orbe eram símbolos de autoridade e poder. O mais recente membro deste grupo é a espada, que simboliza o dever de protecção do país. Foi provavelmente fabricada em Veneza, no final do século XV.

Coroa

  • Coroa grega - Foi provavelmente uma oferta de Bizâncio à esposa do rei Géza I, que tinha origens gregas. Tem uma largura de 52 mm e um diâmetro de 205 mm. É decorada com pinturas de esmalte, pedras preciosas, pérolas e pendantes.
  • Cruz - Foi anexado à coroa no século XVI de uma forma tão grosseira, que arruinou a imagem. Este elemento, foi considerado errado no século XVII, quando a coroa foi danificada.
  • Coroa latina - O seu nome deriva das oito imagens de esmalte com inscrições latinas. É constituída por quatro bandas de ouro, cada uma com uma largura de 52 mm.
  • Coroa sagrada - É a peça mais importante das jóias da coroa húngara, um dos símbolos fundamentais do estado húngaro. As duas partes foram ajustadas provavelmente no século XII, durante o reinado de Béla III (1172-1196).
  • Miguel - É um dos sete arcanjos, o chefe triunfante dos exércitos de Deus. A sua lealdade para com Deus é inquebrável.
  • Jorge - Foi um soldado romano e mártir cristão (morreu no ano 303). É um dos santos militares mais venerados. Geralmente, é representado como o caveleiro que matou o dragão. É um dos 14 santos auxiliares.
  • Cosme - Como São Damião, ele também foi médico cristão. Executaram-no no ano 303 durante a perseguição dos cristãos.
  • Géza I - A pintura de esmalte provavelmente representada o rei da Hungria entre 1074 e 1077. A inscrição grega chama-lhe "Rei Crente da Turquia". A parte inferior da coroa sagrada chegou à Hungria provavelmente durante o seu reinado.
  • Constantino - Foi o filho do imperador bizantino Miguel Ducas. Reinou como co-imperador durante e depois do reinado do seu pai.
  • Damião - Como São Damião, ele também foi médico cristão. Executaram-no no ano 303 durante a perseguição dos cristãos.
  • Demétrio - É um dos santos mais venerados da Igreja Ortodoxa. O imperador do Império romano oriental mandou-o executar no ano 304 na Tesalónica. Actualmente, ele é o santo patrono da cidade.
  • Gabriel - É um anjo na bíblia e um arcanjo na tradição cristã. Aparece tanto no Antigo como no Novo Testamento.
  • João - Foi um dos primeiros discípulos de Cristo. Foi o mais jovem dos 12 apóstolos, o único que morreu como mártir. Era irmão de Jacobo e um dos evangelistas do Novo Testamento.
  • Bartolomeu - Foi um dos primeiros discípulos de Cristo. O seu outro nome é Nataniel. Segundo a lenda cristã, foi esfolado vivo.
  • Cristo Pantocrátor - A parte superior da coroa grega é adornada com triângulos de cloisonné. Entre estes, na parte frontal da coroa grega, encontra-se esta imagem.
  • Pedro - Foi um dos primeiros discípulos de Cristo e irmão do apóstolo André. Segundo a tradição católica, foi o primeiro bispo de Roma. Morreu como mártir em roma durante o reinado do imperador Nero.
  • André - Foi um dos primeiros de Cisto, irmão do apóstolo Pedro. Segundo a tradição católica, foi o primeiro a reconhecer que Jesus era o Messias. Foi crucificado no ano 60 D.C. em Patras.
  • São Paulo - Foi uma figura importante do cristianismo primitivo. Teve um papel fundamental na difusão do cristianismo na Europa. Antes de se converter ao cristianismo e morrer como mártir, tinha sido perseguidor de cristãos.
  • Filipe - Foi um dos primeiros discípulos de Cristo. Nasceu na Galileia como os apóstolos Pedro, André e Filipe.
  • Jacobo - Foi um dos primeiros discípulos de Cristo, irmão do apóstolo João. Foi o segundo discípulo mais importante. Morreu como mártir, tendo sido executado com uma espada.
  • Tomás - Foi um dos primeiros discípulos de Cristo. É conhecido como "Tomás, o incrédulo", porque não acreditava que Jesus ressuscitara até tocar nas suas feridas. Foi apunhalado por um dos sumos sacerdotes do rei Parto.
  • Miguel Ducas VII - Foi o imperador do império Bizantino entre os anos 1071 e 1078. Provavelmente ele ofereceu a parte inferior da sagrada coroa à esposa do rei húngaro Géza I, que tinha raízes gregas.
  • Cristo Pantocrátor - As quatro bandas de ouro mantêm-se unidas por uma placa central na parte superior. Nesta placa vê-se a imagem de Cristo. A representação de Cristo como Pantocrátor acentua a sua divindade, visto que esta expressão na Bíblia se refere a Deus.

A Coroa Sagrada

A coroa sagrada é uma das coroas mais antigas da Europa. É um importante símbolo do estado húngaro.

Provavelmente, não terá sido usada por Estêvão I, visto só se ter tornado a coroa da coroação dos reis húngaros no século XII. Foi referenciada pela primeira vez por Béla IV, em 1256.

A coroa é composta por duas partes. A banda inferior (coroa grega), terá provavelmente sido uma oferenda de Bizâncio à esposa de Géza I. A banda superior (coroa latina) não tinha função própria.

As duas partes foram provavelmente anexadas durante o reinado de Béla III. A cruz foi anexada no século XVI (os danos foram feitos no século XVII).

A coroa grega é decorada com pinturas de esmalte, pedras preciosas, pérolas e pendantes. O topo é embelezado com triângulos de cloisonné. As quatro bandas da coroa latina tem 8 pinturas de esmalte e 60 pérolas. As bandas seguravam-se através de um prato quadrado no topo. A imagem de Cristo e 12 pérolas adornavam este prato.

Ceptro

  • cenário de ouro
  • cabo de madeira ornamentado
  • globo de quartzo

'A varinha da autoridade'

O ceptro é um símbolo de autoridade. Tem as suas origens no antigo Oriente. O ceptro das jóias da coroa húngara substituiu a lança de bandeira de Estêvão I.

O ceptro é um globo de quartzo (segundo o nosso conhecimento actual, é o terceiro maior cristal perfurado no mundo) fixado em ouro, ligado a um cabo de madeira ricamente decorado.

Os três leões gravados no cristal simbolizam a autoridade do rei.

O estilo de decoração indica que provavelmente foi criado no século IX. Terá sido um presente que Santo Estêvão recebeu de seu primo Henrique II, imperador do Sacro Império Romano.

Orbe

  • escudo de quatro cortes (com as armas das famílias Arpad e Anjou)
  • cruz patriarcal
  • esfera de ouro

'A Maçã do Reino'

O orbe é o símbolo da totalidade do poder real. Foi uma adição relativamente tardia para as jóias da coroa.

O orbe foi feito a partir de prata banhada em ouro. A esfera não é sólida, sendo composta por duas semi-esferas, mas a sua forma não é perfeitamente esférica. Mede 7,9 cm na vertical, e 8,9 cm na horizontal. A sua altura total é de 16 cm, incluindo a cruz que só foi anexada mais tarde.

É decorado com um escudo de quatro campos, com os brasões das dinastias Arpad e Anjou. Isto indica que o orbe terá sido criado no século XIV.

Espada

  • bainha
  • lâmina recta
  • falcão
  • punho (veludo vermelho)
  • maçaneta

A espada da coroação

A espada simboliza o dever de proteção do país. É um elemento importante da coroação, usado duas vezes durante a cerimónia. A primeira vez é após a unção (mas antes da colocação da coroa sobre a cabeça do novo rei), a segunda vez é o último ato da cerimónia: o rei montou a cavalo para o topo do monte da coroação e apontou nas quatro direcções cardeais com a espada. Mesmo Maria Teresa, com o seu vestido espectacular, não podia evitar isso.

A espada que podemos ver hoje é o mais novo elemento da regalia real. Foi feita provavelmente em Veneza, no início do século XVI (a espada que talvez fosse propriedade de Santo Estêvão está agora em exposição na Catedral de São Vito, em Praga).

Tem uma lâmina direita, um corte curvo e um pomo esférico. O cabo é coberto de veludo vermelho reforçado com ouro. Ela é decorada no estilo renascentista.

Manto

  • inscrição circular
  • inscrição
  • Cristo
  • Gisela
  • Santo Estêvão
  • santos e mártires
  • apóstolos
  • bordado - com fio de ouro e seda
  • colarinho - motivos da árvore da vida e animais
  • anjos
  • a Virgem Maria
  • tecido de seda
  • profetas

Vestimento usado por reis

O manto é o mais antigo das jóias da coroa húngara. A sua inscrição indica que era originalmente uma vestimenta em forma de sino. Foi doado para a Catedral de Nossa Senhora em Székesfehérvár por Estêvão I e pela Rainha Gisela.

Provavelmente foi criado no Convento de Veszprém, em torno de 1030. Segundo a lenda, a rainha também participou na sua produção. Já tinha sido usado na era dos reis da dinastia mista.

O tecido de seda bizantina é embelezado com imagens bordadas com prata e fios de ouro e também com inscrições em latim. A estrela e um padrão de quatrefoil (ou rosa) está entrelaçado no tecido.

O colarinho (decorado com animais bordados e uma árvore da vida enfeitados com pérolas) foi adicionado no final do século XII.

Jóias da coroa húngara

As jóias da coroa húngara foram incluídas entre as insígnias da cerimónia de coroação em épocas diferentes.

A mais importante é a coroa sagrada, cuja origem é ainda hoje questionada. É o símbolo do estado húngaro e do poder dos monarcas medievais. É uma das mais antigas coroas da Europa. Converteu-se na coroa dos reis húngaros provavelmente no século XII e não foi usada durante o reinado de Estêvão I. Foi inicialmente apelidada de sagrada coroa durante o reinado de Béla IV.

O manto é a insígnia de coroação mais antiga. Conforme uma inscrição, era originalmente uma vestimenta em forma de sino. O rei Estêvão I e sua esposa Gisela doaram-no em 1031 à catedral de Nossa Senhora de Székesfehérvár. Na época dos reis de dinastias mistas já se utilizavam nas cerimónias.

O ceptro é o símbolo de justiça e autoridade, originário do Este Antigo. O ceptro das jóias da coroa húngara substituiu a lança de Estêvão I.

O orbe é o símbolo da plenitude do poder real, sendo incluido entre as insígnias relativamente tarde.

A espada da coroação actual é a mais recente das insígnias. Fabricaram-na, provavelmente, em Veneza em finais do século XV. A espada simboliza a obrigação de defender a pátria.

Rei húngaro

  • Coroa sagrada
  • Ceptro
  • manto da coroação
  • Orbe
  • espada da coroação

Coroa sagrada

A coroa sagrada é o símbolo mais importante do estado húngaro. É uma das coroas mais antigas da Europa e permaneceu quase intacta até hoje.

Desde o século XII que esta coroa constitui um elemento imprescindível nas coroações regulamentares húngaras.

De acordo com a teoria mais aceite, a coroa foi criada ajustando duas partes separadas. A parte inferior é mais antiga, datando provavelmente do século XI. A parte superior, composta de bandas de ouro, foi provavelmente anexada de forma rudimentária no século XII, durante o reinado de Béla III.

A cruz foi também anexada no século XVI e entortou-se no século XVII, quando a coroa sofreu outros danos.

A parte inferior da coroa é chamada "coroa grega". Terá provavelmente sido uma oferenda do imperador bizantino, Miguel de Ducas VII à esposa do rei Géza I, que tem uma largura de 52 mm e um diâmetro de 205 mm.

É decorada com pinturas de esmalte sobre monarcas, anjos e santos, pedras preciosas e pérolas. A parte superior da coroa grega é decorada com triângulos de cloisonné, na parte frontal com uma imagem de Jesus e na parte traseira com uma imagem do imperador bizantino Miguel.

A parte superior da coroa chama-se "coroa latina" por causa das oito imagens de esmalte com inscrições latinas.

É constituído por quatro bandas de ouro, cada uma com uma largura de 52 mm. As bandas da coroa latina mantêm-se unidas através de uma placa na parte superior que representa o Cristo Pantocrátor. Nas bandas há outras sete imagens de esmalte que representam os apóstolos. Na coroa latina há 72 pérolas, 12 das quais na parte central. Estes números referem-se ao número de apóstolos e dos discípulos de Cristo.

Na parte superior anexou-se uma cruz que atravessava a imagem de Cristo de um modo bastante tosco. A cruz entortou-se provavelmente no século XVII, quando a coroa se danificou. Mais tarde, tentaram reparar estes anos, mas sem êxito.

A coroa sagrada tem uma história cheia de aventuras; foi roubada, perdida e escondida várias vezes. Os Estados Unidos devolveram-na à Hungria em 1978.
No dia 1 de Janeiro de 2000, foi movida para o Salão da Cúpula do Parlamento Húngaro, sendo aí vigiada por membros do exército húngaro.

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